Mitos e Verdades - Terapia de Reposição Hormonal
A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) ainda é cercada por mitos, como a ideia de que é sempre perigosa, quando na verdade pode ser segura e eficaz com indicação adequada. Entre as verdades, destaca-se o alívio dos sintomas da menopausa e a melhora na qualidade de vida. A avaliação individual com um especialista é essencial para definir riscos e benefícios.
A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) ainda gera muitas dúvidas — e boa parte delas nasce da desinformação. Vamos esclarecer, com base científica e responsabilidade médica:
1️⃣ “Toda mulher que faz TRH vai ter câncer de mama.” — MITO.
O aumento do risco é pequeno e depende do tipo de hormônio, da via de administração, do tempo de uso e, principalmente, do perfil individual da paciente. Em mulheres saudáveis, sem fatores de risco adicionais e que iniciam a terapia logo após a menopausa, o risco é considerado baixo e pode ser monitorado com acompanhamento adequado.
2️⃣ “Quem tem útero deve usar estrogênio com progesterona.” — VERDADE.
O estrogênio isolado pode estimular o endométrio (camada interna do útero), elevando o risco de alterações e câncer nessa região. A progesterona é associada justamente para proteger o útero e reduzir esse risco.
3️⃣ “Posso usar o mesmo hormônio da minha amiga.” — MITO.
A TRH é individualizada. Idade, presença de útero, histórico de saúde, risco cardiovascular, composição corporal e intensidade dos sintomas influenciam na escolha. Dose, via e duração variam de mulher para mulher.
4️⃣ “Histórico familiar de câncer de mama impede TRH.” — VERDADE, com avaliação.
Não é contraindicação absoluta. É fundamental avaliar risco genético, especialmente diante de possíveis mutações como BRCA1 ou BRCA2, além de manter acompanhamento médico criterioso.
5️⃣ “TRH aumenta muito o risco de trombose.” — MITO.
O risco existe, mas varia conforme a via. A via oral tem maior impacto que a transdérmica (adesivos e géis). Mulheres saudáveis e bem avaliadas podem utilizar com segurança.
6️⃣ “Quem já teve câncer de mama não pode usar TRH.” — VERDADE, com ressalvas.
Na maioria dos casos, especialmente em tumores hormônio-dependentes, é contraindicada. Em situações específicas, a decisão pode envolver equipe multidisciplinar e análise cuidadosa de riscos e benefícios.
A TRH não é padrão. Ela é personalizada.
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